sábado, 8 de março de 2008

Obrigado, Senhora Ministra

Foram cerca de cem mil, é Obra!


OBRIGADO SENHORA MINISTRA


O lema foi, o lema é: dividir para reinar. Ensinamentos antigos da Arte de Facilmente Governar; competências adquiridas e postas em prática pelas últimas administrações do nosso burgo, as quais – para desencanto de muitos e para mal da tão essencial formação dos nossos recursos humanos - lograram transformar uma classe profissional idónea e consciente do seu fundamental valor social, num lamentável rebanho tresmalhado. Uma classe profissional que para além de ensinar também educa, quando, no máximo, deveria coadjuvar as famílias nessa inalienável tarefa… Pois, mas estas não têm tempo – às vezes! -, de modo que com ou sem insustentável leveza se eximiram daquela tarefa. Ministério do Ensino… Designação mais adequada para aquele atormentado órgão estatal. Função/Missão: formar recursos humanos, condição cuja ausência impede a inovação, a competitividade e o desenvolvimento de uma sociedade. Educar? Sim, também, mas como apêndice, um complemento simpático ao trabalho basilar que deve residir nas famílias. E tudo isto se fará, com esforço mas de bom ânimo, bastando para tal que a rapaziada assalariada deste ofício não seja sistematicamente tratada com desdém pela patroa e não só: “olha, aquele é funcionário público e ainda por cima professor!...”; “ Ó stôr?... Ó stôr?!, mas qual stôr?, se os outros licenciados são doutores – ridículo, mas por cá é assim -, então os professores também o são. Até os mestres e os mesmo doutores, que os há já em quantidade apreciável nas nossas escolas, são stôres! Desplante.
Bem, voltemos ao big-bang deste mui errante texto. Vejo sinais, fortes sinais. Pela primeira vez (já lá vão alguns anos que estou na casa) assisto a algo que classifico de união. Com ela, a força aparece naturalmente; com força suficiente a obra é feita. Creiam, sócios da Sociedade, que esta bem carece desta obra!
Senhora Ministra, muito obrigado por não conseguir mexer-se sem causar tumulto. Só assim foi possível!




Carlos Jesus Gil

64 comentários:

plageonline disse...

Também estive lá, era um mar de gente... talvez até o nosso primeiro (ministro) esteja surpreendido! Não contava com a união de um sector tradicionalmente pouco unido, talvez não pensasse que os professores PS contestassem (afinal mais de metade da classe docente deve mesmo ser PS, e recentemente em tantas sedes PS concelhias e distritais tem havido uma intensa campanha de «explicação» destas polticas),talvez não soubesse que havia tantos professores em Portugal, não sabemos... talvez esteja a pensar que em Portugal não pode haver sectores profissionais tão numerosos, passe a ironia, podem afinal constitui-se uma ameaça à permaneência no poder.. ou talvez não! Não seja, o chamado efeito Sócrates ele mesmo um mestre de controlo e propaganda.

plageonweb.blogspot.com

J P G disse...

Somos muito muitos mil para repetir Abril!

Somos muitos muitos mil para repetir Abril!

oquemevierarealgana disse...

Plage, JPG, obrigado pelo espírito de equidade que manisfestam; pelo esforço que diariamente dispendem - e é assim que tem que ser - em prol da sociedade. Que todos os SÓCIOS nos compreendam e apoiem!

Anónimo disse...

Os professores podem ter a sua razão, mas o pais não comporta tanto lascismo, tanta confusão, tanta irreverência.se há uma classe que deveria fazer barulho, é a classe empresarial privada, onde alguns têm que recorrer à banca para ter a sua situação fiscal regularizada. Contudo arregaçam as mangas e não andam constantemente com queixas. Os professores ainda não se aperceberam que estão a ser manipulados, por alguém que almeja a liderar o PCP. Se não querem trabalhar dêm o lugar a outros.Há muito boa gente à procura de trabalho.

oquemevierarealgana disse...

Quem disse que os professores não trabalham ou não querem trabalhar!!!?... " Os professores podem ter a sua RAZÃO" E têm!

Anónimo disse...

Os professores estavam muito mal habituados. Faltavam quando queriam, uma grande maioria não desempenhava a sua função. Até que enfim apareceu alguém a metê-los na ordem.Têm que justificar o dinheiro que ganham.

oquemevierarealgana disse...

Pura mentira! Pura injustiça. deixa de ser cobarde, identifica-te!

plageonline disse...

Ele há pessoas... vejam só!! Deve ser do tipico português que sabe dar palpites sobre tudo e mais alguma coisa... é só apanhar assim uma "pescadinha de rabo na boca" e é um respingar de ignorância por todas as "guelras"!!
Os professores são uma classe trabalhadora... hoje, todos licenciados, mestrados ou doutorados, são uma classe competente, ciente das suas responsabilidades e da sua função em prol do bem do país...
Não, não são os professores os culpados!! se a educação está mal, a culpa não é dos professores... o sistema não promove a competência dos futuros profissionais... Os professores provave

Ele há pessoas... vejam só!! Deve ser do tipico português que sabe dar palpites sobre tudo e mais alguma coisa... é só apanhar assim uma "pescadinha de rabo na boca" e é um respingar de ignorância por todas as "guelras"!!
Os professores são uma classe trabalhadora... hoje, todos licenciados, mestrados ou doutorados...são uma classe competente, ciente das suas responsabilidades e da sua função em prol do bem do país...
Não, não são os professores os culpados!! se a educação está mal, a culpa não é dos professores... o sistema não promove a competência dos futuros profissionais... Os professores são até uma classe demasiado obediente, e executa na perfeição as politicas que lhe são impostas... se as politicas são erradas...
agora o nosso governo quer começar a casa pelo telhado..
pode haver alguem que se aproveite, há sempre, mas sao claramente excepções... porque há um denominador comum são tudo pessoas qualificadas...

O serem obedientes sim, mas sermos pisados desta maneira não... aconselho o Senhor Anónimo a informar-se bem acerca de tudo antes de proferir tiradas assim infelizes.

Paulo Lage

oquemevierarealgana disse...

Paulo, é isso!

Anónimo disse...

Amigo plage também sou professor e sei do que falo. Menos prosa, mais trabalho.

oquemevierarealgana disse...

És tb um péssimo observador; e com tiques de ditador. Porque carga de água é que a tua sobranceira posição é que há-de estar certa? Mas quanta arrogância!... Já agora, e para que acreditemos que em ti, indentifica-te! qual é o problema? Tu sabes quem defende estas posições, nós não sabemos quem se contrapõe a elas. Injusto, não?

Anónimo disse...

Entrei aqui por acaso e dou razao a esse que tá contra os profes.Atão de quem é a culpa pela taxa de insucesso escolar em Portugal?Será que as nossas criancinhas já nascem com déficit de Q.I.?Arregacem mas é as mangas e provem(dizer só não basta)que têm capacidade para inverter a situação.

Anónimo disse...

Tanta miséria neste pais e os senhores professores só pensam no seu umbigo. Queriam reformas aos 50anos? Já não bastam as mordomias que têm? Deixem-se guiar pelo comuna do Nogueira e vão ver onde vão parar. Se o senhor Salazar fosse vivo, acertava-vos o passo. Vi senhoras professoras na manif que pareciam autenticas árvores de Natal. Vê-se logo que estão mal de vida.

J P G disse...

Vamos por partes:

1 - A Ministra da Educação acha que se deve premiar o mérito. Eu concordo!

2 - A M. E. acha que se deve melhorar a qualidade do ensino em Portugal. Eu concordo!

3 - A M.E. acha que existem professores que não fazem tudo o que está ao seu alcance para serem melhores profissionais. Eu concordo!

Agora...

1 - Eu acho que a avaliação ao impôr quotas para as classificações mais elevadas (poderia ter feito ao contrário) e limitar o acesso aos escalões mais altos a 1/3 dos docentes mostra ser claramente economicista. A M.E. não concorda!

2 - Eu acho que arbitrar 18 anos de serviço e os últimos 7 como medidores de capacidade para se ser avaliador, é manifestamente ingrato para docentes com menos tempo de serviço e mais habilitações académicas, capacidades intelectuais, conhecimentos culturais, acompanhamento tecnológico, entre outros aspectos. A M. E. não concorda!

3 - Eu acho que este modelo de avaliação, de gestão de escolas e outros aspectos do Estatuto da Carreira Docente foram impostos, não respeitando os pontos de vista da esmagadora maioria de uma classe que tem obrigação de perceber (e percebe!) do que fala. A M. E. não concorda!

Em que ficamos caros "anónimos"?

Vale a pena discutirmos civilizadamente cada ponto, de preferência com um nome, ainda que pseudónimo?

oquemevierarealgana disse...

JPG, cá para mim o anónimo é sempre o mesmo!... Então o Salazar acertava-nos o passo?!!! Olhe que não, no tempo dele os professores eram respeitados. Mais uma vez mostrou ignorância avonde.

J P G disse...

Muitos comentadores (anónimos e não só) da blogosfera, aproveitam os conhecimentos e espírito inovador dos professores, uilizando os seus blogues para vociferarem o que não podem fazer (dada a inexistência ou reduzido número) com outras classes profissionais como médicos, juízes, engenheiros, advogados, mecânicos, pedreiros, políticos, etc...

Assim, e porque o seu clube de futebol lhe dá muita azia e não pode encher os foruns e blogues de desporto, optam por comentar sobre educação.

Não lhes levo a mal, afinal seguem o exemplo de muitos comentadores da nossa praça, que também não percebem nada "da poda" mas atiram bitaites.

Já agora, se quiserem realmente ajudar a educar, leiam, estudem e/ou questionem, mas sem sobraceria.

Francisco José disse...

Não sou professor, mas aconpanho a sua mais que justa luta. Eles são fundamentais à sociedade, como todas as outras classes profissionais. Está na hora de os respeitar a sério, pois eles são a base de tudo em termos de formação, tão necessária a uma sociedade carente de desenvolvimento. Já agora seria bom que os pais (e eu tambem sou pai) não se limitassem a depositar os SEUS FILHOS na ESCOLA. isto é para si sr. ANÓNIMO.

Anónimo disse...

Quero informar o senhor Jp que por acaso atá nem gosto de futebol. Meu clube é a humildade, honra e trabalho e nas horas vagas também sou professor.

Machado Cordeiro disse...

Não te custava nada gostares de futebol, ó anónimo.

Anónimo disse...

Quero informar o senhor Francisco que eu não sou dos que depositam os filhos nas escolas, portanto essa observação não me diz respeito.

Noronha disse...

Está aqui uma ensalsada. Então em que é que ficamos? Os professores têm ou não razão?
Já não estou a perceber nada.

oquemevierarealgana disse...

Noronha, analisa e decreta!
Sr. anónimo, assim não podemos edificar uma estátua - que tanto merece, visto ser trabalhador tão esforçado - para sua evocação futura. Não nos diz quem é!!!

J P G disse...

A questão não é saber se são os pais ou os professores que têm razão. Até porque a maioria dos professores, são pais.

Anónimo disse...

Quero antes de mais dizer-lhe, senhor proprietário do blogue, que não sou o anónimo que aqui tem zurzido nos professores. Contudo queira registar que a opinião dele é, com maior ou menor acuidade, transversal a uma grande percentagem da população. Talvez sendo o senhor professor, como presumo, lhe escapem opiniões menos abonatórias à classe. Desde logo pelo natural pudor que cada um tem, de não ser desagradável se quiser. Porém, a comunidade não docente continua a olhar para a classe de viés e não é sensível ás suas causas. Mal ou bem, o professor ainda é visto como alguém que tem 4 meses e tal de férias por ano, que ganha em termos médios bastante mais que a maioria dos seus concidadãos, que vive toda a vida abrigado do desemprego sob o providencial guarda-chuva do estado, que se queixa, manifesta e faz ruido quando as medidas anunciadas prometem abanar um demorado estado de inércia. Aqui e ali até podem os professores ter razão, não devem todavia ignorar que são os alunos os destinatários das reformas. Na minha opinião, o instituir de critérios de meritocracia não pode senão ser acolhido com aplausos. Em qualquer sector da sociedade civil é este critério o fermento para o crescimento e sustentabilidade das diversas entidades. Percebe-se mal que todos os professores sejam igualmente bons e mantendo-se no ensino o tempo devido, cheguem todos ao topo da carreira. Note o que sucederia por exemplo no clero se todos os padres chegassem a papa.
Para finalizar e para de alguma maneira caucionar o que disse, também mal se compreende que a dar a cara por vós tenham uma figura eminentemente política, useiro e vezeiro nas listas de determinado partido e que não exerce desde 1993. Acha isto normal ? O representante mor dos professores não o é há mais de 15 anos.

Anónimo disse...

Quero antes de mais dizer-lhe, senhor proprietário do blogue, que não sou o anónimo que aqui tem zurzido nos professores. Contudo queira registar que a opinião dele é, com maior ou menor acuidade, transversal a uma grande percentagem da população. Talvez sendo o senhor professor, como presumo, lhe escapem opiniões menos abonatórias à classe. Desde logo pelo natural pudor que cada um tem, de não ser desagradável se quiser. Porém, a comunidade não docente continua a olhar para a classe de viés e não é sensível ás suas causas. Mal ou bem, o professor ainda é visto como alguém que tem 4 meses e tal de férias por ano, que ganha em termos médios bastante mais que a maioria dos seus concidadãos, que vive toda a vida abrigado do desemprego sob o providencial guarda-chuva do estado, que se queixa, manifesta e faz ruido quando as medidas anunciadas prometem abanar um demorado estado de inércia. Aqui e ali até podem os professores ter razão, não devem todavia ignorar que são os alunos os destinatários das reformas. Na minha opinião, o instituir de critérios de meritocracia não pode senão ser acolhido com aplausos. Em qualquer sector da sociedade civil é este critério o fermento para o crescimento e sustentabilidade das diversas entidades. Percebe-se mal que todos os professores sejam igualmente bons e mantendo-se no ensino o tempo devido, cheguem todos ao topo da carreira. Note o que sucederia por exemplo no clero se todos os padres chegassem a papa.
Para finalizar e para de alguma maneira caucionar o que disse, também mal se compreende que a dar a cara por vós tenham uma figura eminentemente política, useiro e vezeiro nas listas de determinado partido e que não exerce desde 1993. Acha isto normal ? O representante mor dos professores não o é há mais de 15 anos.

oquemevierarealgana disse...

Caro anónimo, se é o único ou não neste já - e muito bem - longo rol de comentários não sei, sei, isso sim, que apesar de permitir essa possibilidade, não a considero, todavia, muito digna, mas...
Sim, sou professor (há doze anos). Desde sempre, só subi de escalão passando por um pocesso de avaliação (se nunca tivesse elaborado o relatório critico e apresentado um crédito de formação por cada ano no escalão, estaria ainda no escalão inicial), portanto, sempre fui avaliado. Querem alterar o processo?, tudo bem! Agora, sejam idóneos; não se esqueçam da equidade ( dirijo-me aos decisores ). Somos mal vistos, sim, mas porque assim tem interessado às sucessivas administrações centrais de há uns anos a esta parte.
Não conheço o sr. Nogueira, sou até filiado no Partido Socialista - posso prová-lo, não obstante não posso considerar o mal, bem. Se está mal, manifesto-me. já o fiz, e continuo a fazê-lo, a propósito de outros sectores.
Já agora, quantos anos exerceu Direito (também sou estudante de Direito na Universidade de Coimbra, é só um aparte... E não costumo faltar à escola onde lecciono) o dr. Alberto João Jardim?
Ah, essa das férias é outra!!...
Fique bem, sr. anónimo!

J P G disse...

Ponto prévio: Definir o que é avaliar!

Ponto 1: Avaliar com vista a selecionar/eliminar ou avaliar com vista a formar e a melhorar procedimentos?

Ponto 2: Definido o conceito e os seus objectivos, implementar uma avaliação objectiva, verificável em elementos concretos e “universais”, tais como: exames nacionais, ou regionais, ou de escola.

Ponto 3: Avaliar os docentes na capacidade de gerir e criar curriculos/conteúdos. Produção de trabalhos, teses, etc.

Ponto 4: Avaliar graus de assiduidade e inovação(PALAVRÃO).

Ponto 5: Avaliar as crianças, as famílias, a escola, a comunidade e caracterizar as turmas.

Ponto 6: Mandar isto tudo à merd* e pensar que um dia todas as crianças serão adultos autodidatas.

Ponto último: Eu opino, tu opinas, ele opina. Nós discutimos, vós acordais, eles avaliam.

PS: A avaliação deve servir quem? o avaliador ou o avaliado?

J P G disse...

Chegarmos todos a Papa?

Sabe que de entre o universo dos professores em Portugal - cerca de 200.000, apenas uma reduzida percentagem chega a ser jubilado, ou catedrático ou professor associado, ou mesmo auxiliar, para não falar em director regional de educação, sub-director regional de educação, inspector superior de educação, inspector geral de educação, presidente de conselho executivo, elemento do conselho executivo, presidente do conselho pedagógico, coordenador de departamento...

Bom, parece que afinal nem todos chegamos ao topo!

Anónimo disse...

Mal comparado prof. Gil. O Alberto João é advogado, certo. Mas não representa a classe, como o sindicalista/político Nogueira representa os professores.

Anónimo disse...

Uma vez que dizer as verdades torna-se ofensivo para a classe pseudo intelectual deste pais, vou-me retirar do blog. A partir de hoje quando encontrar um professor vou tratá-lo como se ele fosse o ser mais importante do globo terrestre. Até lá continuem a dar houvidos ao senhor Nogueira, que é com pessoas como ele que o país vai para a frente.

Anónimo disse...

já sei que algum intelectual vai corrigir a palavra "houvidos", mas, foi com muita intenção.

J P G disse...

Normalmente diz-se: "as paredes têm ouvidos" mas para algumas pessoas aplica-se mais "os ouvidos têm paredes".

Contra isso, vamos continuando a ensinar os filhos (dos pedantes também), tentando incutir valores que as famílias lhes sonegam e remando contra as políticas impostas, injustas e que em nada contribuem para melhorar a qualidade do ensino em Portugal.

Já agora, "anónimo" não particularize a questão no Mário Nogueira, pois muitos dos 100.000 não gostam dele, mas o que está em causa não são os louros dele mas (em última análise) a reposição da democracia.

Quanto aos seres mais importantes do Globo Terrestre, talvez sejam os nossos progenitores, por nos terem permitido contactar com os professores e assim aprendido a ler e a escrever, por forma a conseguirmos ser indelicados (ou não) com os nossos interlocutores.

Anónimo disse...

Essa dos 100.000 ainda não digeri.
como é que numa área que poderá comportar, com muito boa vontade, 70.000, aparecem os tais 100.000.
Cá p`ra mim só contrariando as leis da fisica.
Quanto à tal reposição da democracia. Sinceramente, essa é mesmo a linguagem do dito Nogueira., depois dizem que não.

oquemevierarealgana disse...

Sr. anónimo, se por cá não o quisesse, pura e simplesmente apagava o que escreve. Não, pelo contrário, é sempre muito bem vindo. É um facto, não gosto que fale mal da classe docente sem se identificar, acho de mau tom. Mas tão só isto!...
Quanto ao sr. Alberto João, até hoje julgava-o advogado, pronto! O sr. Nogueira faz o que lhe compete.
Não, não o vou criticar pelo erro - ou não - ortográfico. afinal o essencial em comunicação é entendermo-nos.
Continue bem, por cá ou por onde quiser.

J P G disse...

1 - Acha então que maioria absoluta é sinónimo de poder absoluto?
Que todos estão errados e a Srª Ministra iluminada?
Que impor uma política contra tudo e contra todos não é uma atitude anti-democrática?

2 - Agora duvída dos dados das forças de segurança, nunca desmentidos pela tutela (ao contrário do que acontece nas greves)?

Ao longo de quatro horas, mais de 100 mil manifestantes - números avançados pelos sindicatos entretanto confirmados pela PSP -, marcharam entre o Marquês de Pombal e o Terreiro do Paço...

Este excerto pode ler-se no site da Lusa.

Quem como eu lá esteve, sabe que alguns docentes se encontravam nas ruas adjacentes e alguns em cafés e pastelarias, a alimentar-se, a urinar, a beber água... Afinal a marcha durou 4 horas e ninguém desmobilizou durante esse tempo.

Fica um conselho:
"Pastilhas pastilhas Rennie®! Para um alívio rápido da digestão!"

Anónimo disse...

Voces deveriam era trabalhar no sector privado, para dar valor a muito boa gente que chega ao fim do mês e não sabe se vai receber o seu salário, muitas vezes ter que trabalhar adoentado. Trabalhem que é para isso que nós pagamos os nosso impostos. Atenção não esquecer que a FENPROF já anunciou a greve para Abril. Entretanto o povo que vos sustenta trabalha, para pagar os v/devaneios.
Obrigado pelo Rennie. Gostei da prescrição.

oquemevierarealgana disse...

Caro injusto anónimo, eu também trabalho no sector privado; também contribuo para o meu ordenado de funcionário público. Isto já aqui fora referido.
BEm, para quem tem azia...

Isabel Queiroz do Vale disse...

Certamente o seu BEm no último "post" não é inocente. Quererá certamente prescrever o BE (bloco de esquerda) para vos servir os interesses. E depois diz--se socialista. Ponha lá esses anarquistas juntamente com o vermelho comuna que daria uma boa caldeirada. Até gostava que eles chegassem lá acima para ver se apanhavam tino, acabavam-se logo as manifestações.

João Cara de José disse...

O que é que verdadeiramente se passa, alguém sabe? Sabe-se que estão prometidas reformas, sabe-se que os professores não gostam, vão a Lisboa, fazem barulho e vestem-se de preto. Há aqui um problema óbvio de comunicação, ou falta dela para ser mais preciso. A imensa prole de sindicalistas que se diz professor mas não professa, não está a fazer o trabalho de casa. Melhor que o folclore em Lisboa e as negras vestes (que de folclore também se trata) seria nos locais próprios exporem as vossas preocupações, para melhor juízo da plebe. Talvez assim conseguissem a solidariedade da população. Agora com palhaçadas destas não meus amigos, não contem connosco.

Anónimo disse...

Gostei do artigo do João-cara-de-José.Diz o que muita gente pensa mas não quer dizer.João cara de José assim mesmo é que é!

M.G. disse...

Parece que há novos anónimos, porque eu é que sou o verdadeiro anónimo, ou melhor era

oquemevierarealgana disse...

Sra. cabeleireira, em primeiro lugar, reafirmo: sou genuíno socialista(Sócrates, o português, é que parece não o ser), caso duvide, pegue no meu nome e ligue para o Largo do Rato; depois, prove-me lá que a "bonequinha" e inteligentíssima Ana Drago é anarquista.Vá, prove!

oquemevierarealgana disse...

Caro João cara de José - muito mau quando não se é o que parece, mas... - se não pudermos contar convosco - os pais, a Sociedade (nós tb somos pais, tb somos Sócios... da Sociedade) - quem vai ficar a perder é o país, o sublime colectivo, a Sociedade. Estude o processo de desenvolvimento levado a cabo nos países verdadeiramente desenvolvidos, veja se o mesmo não passou tb por aqui, pelo ensino, por este elevado magistério e pelo respeito pelos professores. Se estudar o caso e achar que ainda assim tem razão, por favor, exponha, documentando, as suas conclusões... Não, não lhe poderei pagar, aufiro pouquito.

oquemevierarealgana disse...

Caro anónimo verdadeiro, é bom continuar a tê-lo por cá, palavra!
Sr. anónimo alegadamente apócrifo, você pode gostar do que bem entender, que não tenho rigorosa e absolutamente nada a ver com isso. Já agora, acha que é assim necessária tanta coragem para dizer aquilo a que se refere, quando, ainda por cima, se usam anonimatos (no caso pseudónimo)?!

Anónimo disse...

Caro m.g.
Não lhe levo a mal arvorar-se em "verdadeiro anónimo" ou "ex-verdadeiro anónimo" como diz, presunção e agua benta, cada qual toma a que quer. Todavia, esse título não lhe é devido. O sr (a). anonima de uma forma muito fraquinha que nada lustra a nossa grande e anónima família - a dos anónimos claro está. Sendo que o seu anonimato não honra a classe por parco em qualidade. É por estas e por outras que não vamos a lado nenhum. Toda a gente tem voz, professores, ministros, desempregados e mal-feitores. Agora ao anónimo quem é que lhe liga. Ora aqui temos uma mesa redonda com o sr. dr. Fagundes, a dona Lena Porteira, o Zé Carlos Desempregado de longa duração, e o sr. Anónimo dos Santos, anónimo já se vê. Alguma vez isto acontece ? Nunca. O anónimo não é respeitado, é o que é.
Contudo, continue a anonimar, todos somos poucos.

Verdadeiro anónimo disse...

Sugestão do dia:
Caros Anónimos
Avancemos heroicamente rumo a Lisboa, cada um paga a sua passagem, pois não precisamos de benesses e contestemos, contestemos aqueles que ainda não entenderam que o país está mal, e que numa luta desenfreada, não se lembram dos pobres, dos que vivem com dificuldade, porque praticam o egocentrismo.Todos os professores que conheço andam a pé, cabelos pastosos, porque o dinheiro não lhes chega para as necessidades básicas. Se não me engano a maior parte deles ganha um pouco acima do ordenado minimo..... da Suécia, claro está.

oque disse...

Brilhante, anónimo contestatário (da grande família dos anónimos).
Quanto ao outro... anonimo, desconfio que da Suécia só conhece mesmo o nome!

oquemevierarealgana disse...

Fui eu, o da Real Gana, quem comentou agorinha mesmo sem assinar.

João Cara de José disse...

Escusava de se acusar, senhor o que me vier por aí fora...a letra é igualzinha, vê-se logo que é o sr. o autor dos 2 últimos. Continua é sempre com o mau feitio de encaixar mal as verdades que lhe vão dizendo.

J P G disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
J P G disse...

1 - A minha avó tem 90 anos (viúva e sem rendimentos) e após ter passado longas horas na urgência do Centro Hospitalar de Coimbra com uma pneumonia, foi "depositada" em casa perto das 2 da manhã, numa noite gelada.

2 - Com a inflação galopante dos bens de 1ª necessidade e o miserável aumento das pensões, a minha mãe (também viúva e sem rendimentos) cada vez tem menos qualidade de vida.

3 - Com o encerramento de Serviços de Atendimento Permanentes (SAP) e de várias urgências na região, cada vez que necessito levar algum familiar às urgências, a espera é desesperante e o tratamento (lá dentro) cada vez com menor humanidade.

4 - As escolas continuam a encerrar a um ritmo interessante, cabendo este ano a "fava" à da minha esposa, não sabendo ainda para onde vair leccionar mas certamente para mais longe.

5 - Pessoalmente com 14 anos de serviço atingi o topo da carreira de Professor. A minha motivação para ser melhor profissional, além dos resultados obtidos, passa por aguardar pacientemente pelo aumento correspondente à inflação (normalmente deturpada nessa altura) e rezar para que não haja "congelamento" de aumentos pois de progressão não me atingirá.

Nota: não me venham dizer que os resultados dos nossos alunos chegam para nos motivar, pois será demagógico não acreditar que os aumentos salariais também são uma motivação forte em qualquer profissão do mundo.

6 - Atingi o topo por várias razões:

a) Conclui um Mestrado na minha área curricular e frequento um programa doutoral, que me permitiu ser reposicionado na carreira.

b) A carreira docente foi dividida pelo Estatuto da Carreira Docente (ECD) que entrou em vigor em Janeiro de 2006, criando a figura de professor titular, apenas permitindo o seu acesso a que tenha mais de 18 anos de serviço.

d) Serei, muito provavelmente, avaliado por uma pessoa não licenciada (bacharel) e fora da minha área disciplinar, o que revela bem a injustiça deste sistema de avaliação que vê quase exclusivamente na antiguidade o mérito e a capacidade.

e) Estando efectivo numa escola a mais de 100Km da minha residência (apesar de já trabalhar há 14 anos), e levando em conta que por lei, menos de 1/3 dos professores atingirão o patamar de professor titular (com base essencialmente na antiguidade).

f) Apenas poderia concorrer para escolas onde existissem vagas de professores titulares no meu grupo disciplinar, o que na prática reduziria a probabilidade a praticamente zero.

7 - Posto isto, dada a insatisfação crescente por parte dos portugueses e tendo como resultado prático uma diminuição da qualidade de vida dos meus con-cidadãos, pergunto-me de que vale a pena estes sacrifícios (aumentos-zero durante anos, congelamento nas progressões durante 28 meses, etc...), se os idosos têm menos e pior acesso à saúde, se cada vez mais crianças sofrem maus tratos (sei do que falo) por a justiça, a acção social (CPCJ - Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) não serem céleres por falta de autonomia, organização e verbas, se não há medidas para travar a escalada dos preços do pão e do leite, etc...

8 - Resta-me mostrar a indignação de todas as maneiras que as minhas capacidades facultem, com a agravante de ter tentado impedir em 2005 que estes demagogos do país virtual chegassem ao poder, através do meu voto noutro partido.

Peço desculpa pela misturada, mas a emoção por vezes ultrapassa a razão e conduz os dedos pelo teclado.

Boa Páscoa!

P.S. - resolvi apagar o meu comentário anterior por não o ter terminado de uma forma menos... DOCE

o verdadeiro anónimo disse...

Quero comunicar ao sr. real gana que por acaso até nem conheço a suécia,mas,por incrível que pareça sei juntar as letras e ainda leio alguma coisita,porque tive professores que se preocupavam em ensinar sem olhar à conta bancária.Quanto ao sr. j.p.g.,gostei do seu comentário,e afinal estamos de acordo...o que isto precisa é de outro salazar.Uma FELIZ e SANTA PÁSCOA para todos.

Portugal sempre disse...

De facto isto está minado de comunistas, abortistas e outros esquerdistas. Dos verdadeiros valores da família e da moral não falam estes senhores professores. Também não sou socialista, mas não é a votar nos defensores da homossexualidade ganhamos um lugar no futuro. Isto pode estar mau sr. JPG mas se lá estivessem os seus, garanto-lhe que estaria muito pior. Liberdade não é sinónimo de libertinagem, como os senhores teimam em confundir.

J P G disse...

Não tivesse eu origem humilde e família para sustentar (ascendentes e descendentes), talvez me contentasse com um reconhecimento público ou privado que raramente vai acontecendo na classe docente, embora pessoalmente não me possa queixar.

No entanto, ainda bem que reconhece que quando não mudam as regras a meio do jogo (leia-se da carreira), os alunos têm a beneficiar com isso, pois torna-se mais fácil a aprendizagem por os seus mestres estarem mais concentrados na sua profissão do que na sua própria subsistência.

Podemos concordar em muitos pontos mas, no regresso ao salazarismo, não certamente.

Podemos necessitar sim mas de um 26 de Abril, pois o 25 parece estar a caducar.

Boas amêndoas!

O verdadeiro anónimo disse...

Caros amigos:
A verdade é só uma, o 25 de Abril foi feito para os politicos e para os funcionarios publicos. Digam-me lá quem mais beneficiou?

J P G disse...

Talvez já tenham reparado que no meu próprio blog defendi e defendo os valores como a grande carência da nossa sociedade.

Aproveito ainda para esclarecer que apesar de ser frequentador (não assíduo) da Festa do Avante, a minha tendência político-partidária não é de esquerda.

Apenas em cerca de 5% dos vários actos eleitorais em que participei, votei PCP/CDU.

Já agora, a iniciativa privada do pré-25 de Abril estava pujante?

Apesar de todos os cortes (congelamento de progressões, de salários, despedimentos negociados, lei da mobilidade especial, perda de privilégios aos funcionários do Min da Justiça, dos militares, etc...) a iniciativa privada está pujante?

A economia privada está no bom caminho? A produtividade no sector privado é elevada?

O bode expiatório do costume está a ser penalizado por este governo! Mas que seja, desde que a economia real e a qualidade de vida melhore...

Acontece que apesar de todas as restrições aos que não podem fugir ao FISCO (não digo que todos os funcionários ou patrões do sector privado o façam) as condições de vida não melhoram e a economia não cresce. Cresce sim o desemprego e toda a praga social que lhe está inerente: alcoolismo, violência doméstica, maus tratos infantis, assaltos, actos de desespero...

Contacto com muitas pessoas extremamente válidas que perderam o seu emprego e se sentem impotentes perante a sociedade e as suas famílias, reduzidas a uma condição que não escolheram nem puderam evitar.

Esforçam-se diariamente mas, com o passar dos meses e dos anos, sim... ANOS, a esperança e as forças começam a faltar.

Não eram os vossos (de mais de metade dos eleitores votantes em 2005) que tinham como prioridade o desemprego? Que prometeram criar milhares de postos de trabalho?

Como podemos falar de valores se não reunimos as condições para os aplicar?

Com que moral explicamos que o importante é não desistirem porque as coisas hão-de melhorar.

Contacto com desempregados há demasiados anos para conseguir parecer convicto aos incutir-lhes esperança.

Custa-me vê-los passados meses ou anos, envergonhados, como repositores numa grande superfície (iniciativa privada, essa maravilha que pagando misérias exige trabalho por turnos e ao fim-de-semana) disfarçarem um sorrido, como quem atirou a toalha ao chão e desistiu de procurar emprego na sua área académica e profissional.

Falo de economistas, professores, psicólogas, assistentes sociais, licenciados em markting, engenheiros...

Valores? Talvez faltar à verdade e ser-se damagogo (por parte dos nossos governantes) seja uma forma de mostrar a falência em que caíram.

Já agora, nenhum trabalho é desprezível, nem qualquer horário de trabalho ou remuneração. Desprezíveis são aqueles que se aproveitam da necessidade individual de fazer frente a problemas financeiros e, a troco de "uns trocos" roubam tempo às famílias, diminuindo a qualidade de vida. E ela (a vida) passa tão rápido...

Se não lutarmos contra a precariedade do emprego (seja público ou privado), um dia destes estaremos ao nível da China, onde comem em 15 minutos, no local de trabalho. Acham isso necessário? A condição humana não é mais do que isso? Vale a pena viver assim para termos mais duas polegadas de plasma lá em casa, ou dois milímetros a menos no telemóvel?

Não podemos dividir a sociedade em iniciativa públivca e iniciativa privada, pois saímos todos a perder.

Não podemos dividir a sociedade em sectores (educação, justiça, militares, saúde...), pois saímos todos a perder.

Este governo tenta fazer isso (impõe medidas aos juízes e todos aplaudem, excepto os juízes), (impõe medidas aos médicos e todos aplaudem, excepto os médicos), (impõe medidas aos professores e todos aplaudem, excepto os professores), etc...

Maneira triste de governar, dividindo para reinar, colocando vários sectores da sociedade uns contra os outros.

Actual o nosso Eça de Queirós que no seu livro, O Conde de Abranhos, escreveu: "Este governo não cairá porque não é um edifício, sairá com benzina porque é uma nódoa."

Isto já vai longo...

Bons folares!

oquemevierarealgana disse...

Olhe que, João cara de José, olhe que não... não são verdades!; tá porreira a tentativa, mas o autor não remove qualquer mensagem!; ... ah,pelo autor do comentário. Já agora, leiam as verdadeiras verdades! O JPG,para além de ser eloquente, sabe do que fala; se calhar nãolê o sificiente, sr verdadeiro anónimo. Vá, prove-nos o que disse acerca dos ordenados na Suécia!; senor portugal..., não há nada aqui que o possa levar a crer que sou comunista (já agora, é daqueles que pensam que os ditos cujos comem criancinhas ao pequeno almoço?); o JPG muito menos; senhor verdadeiro..., quem beneficiou? Então, por exemplo aqueles empresários qu utilizaram os dinheiros comunitários para comprar apartamentos, mercedes e BMs,em vez de modernizarem as uinidades de produção e de requalificarem os recursos humanos!
Feliz Páscoa para todos!

branco das neves disse...

Entrei cá atrasado, talvez o meu comentário esteja a destempo.
Mas, senhores professores, cuidado com o português.
Não sei se o Sr. j p g é professor da disciplina, mas ficar-lhe-ia bem que, apresentando as suas compreensíveis mágoas (irónico...), o fizesse através de um português bem escrito. Não era preciso tanta eloquência, tão só pontuação bem feita e predicados não separados dos complementos directos através de vírgulas...

branco das neves disse...

E também não eram precisos erros de ortografia. num professor fica mal!

branco das neves disse...

Corrijo "Num professor fica mal"

oquemevierarealgana disse...

branco, não me leves a mal, mas não menosprezando o que quer que seja substância gramatical, o mais importante em comunicação é entendermo-nos. E ás vezes, como agora, tb respondemos à pressa. O sr. sabe. Quantas vezes ouço eu ministeriáveis e ministros e jornalistas (não meti vírgulas, mas até as poderia ter metido) dizerem. "Tinham ganho", quando na verdade deveriam dizer "tinham ganhado". É que se trata do verbo ter, e não do ser...

branco das neves disse...

É a Linguística, Sr. Gana, é a Linguística...

oquemevierarealgana disse...

Pois, das neves,é a linguística!

Tomas de alencar disse...

Èlà, viste o salto que isto deu?