sexta-feira, 27 de junho de 2008

Política

Vamos hoje, em repostagem, falar de política:


POLÍTICA


A Política é um jogo de contrapartidas e chantagens!




Carlos Jesus Gil


POLÍTICA


No sistema iníquo em que vivemos, os políticos não podem prescindir de dois instrumentos fundamentais: as contrapartidas e as chantagens.
Por mais idóneo, mais íntegro que seja um político, existirão sempre situações em que terá que recorrer a estes instrumentos - isoladamente ou em conjunto -, sob pena, caso o não faça, de não conseguir alcançar as grandes causas a que se vai propondo.
Na Política, como, de resto, nas demais actividades da sociedade, a concorrência é uma constante, e cada vez mais global. É imprescindível concorrer em paridade, usando instrumentos que, no mínimo, não sejam inferiores aos da concorrência.



Carlos Jesus Gil


... Só isto!? Olha-me este! Está aí pano para mangas... de gigante.

65 comentários:

palonço disse...

Sinónimo de contrapartidas e chantagesns = POLÍTICA.

Notícias do Além disse...

C.J. caminha ensimesmado. Aqui não há política. Pensa. Estranho, há políticos de todos os tempos aos montões mas ninguém parece preocupar-se a politicar. Mas como é que as coisas funcionam sem política ? Sem alguém que mande, que organize. Que nos diga que tem que ser assim porque sim, ou não é desta maneira, porque não. Isto é tudo tão organizadinho que há-de haver alguém a mandar! Será ELE ? Pensando nisso, só agora se deu conta que ainda não O viu.

Anónimo disse...

O q o calor faz às pessoas...
este notícias du alem não está nada bem.

mélita disse...

palonço, penso que é isso mesmo que o gana diz.

palonço disse...

mélita: para mim tem uma diferença...que é a de não ser jogo nenhum. A política é mesmo assim...chantagista, manipuladora, contraditória e cheia de contrapartidas. Isso rege a política desde a raíz. Muitas vezes as circunstâncias das coisas levam a que se considerem esses aspectos uns jogos, mas na sua maioria penso que não. Mas isso é como eu vejo a política...é claro.

palonço disse...

E já agora, farto de política, governos, gasolinas caras etc...revejo-me e subscrevo este pensamento do Woody Allen:

A minha próxima vida: Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bebé até nascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Violá! Acaba com um orgasmo! I rest my case.

manuel disse...

O woody é genial. O gana também por aqui tem um post dedicado a esse grande senhor do cinema e da escrita.

manuel disse...

Palonço, o gana não diz que a política é um jogo. Já viste bem?

manuel disse...

Palonço, a pequena frase introdutória terá outro significado. Se atentarmos no texto de baixo, percebemos que o autor não a vê como um jogo, pelo menos no sentido que me parece quereres dar ao vocábulo.
Podia ter escrito tudo na mesma mensagem, mas quis inflaccionar isto para ajudar o gana.

palonço disse...

As minhas desculpas ao Sr. Gana por n ter interpretado bem as suas palavras.

o que me vier à real gana disse...

palonço amigo, caraças, pá, não necessita de pedir desculpas... até porque o que diz revela mestria. Abraço!

Anónimo disse...

Embora nos cause repugnância, as coisas em política são mesmo como o gil diz.

Zíngaro disse...

Política?

"Um pai, um miúdo de 11 anos e um trabalho escolar para fazer.

MIÚDO:- Pai, preciso fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta?
PAI:- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
MIÚDO:- O que é a política, pai? - PAI:- Bem. A política envolve o Povo, o Governo, o poder económico,
a classe trabalhadora, enfim, o futuro do país...
MIÚDO:- Não entendi nada. Dá para explicares melhor?
PAI:- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo. Se sou eu quem traz dinheiro para casa, eu sou o poder económico. A tua mãe administra-o,
então ela é o governo. Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo. O teu irmãozinho é o futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe
trabalhadora. Entendeste, filho? MIÚDO:- Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi
ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu. Na manhã seguinte, à hora do café, o miúdo falou com o pai.
MIÚDO:- Pai, agora acho que entendi o que é a política.
PAI:- Óptimo filho! Então explica- me com palavras tuas.
MIÚDO:- Muito bem, pai, acho que é assim: Enquanto o poder económico fornica a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente, o povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!"

Darwin disse...

Raramente me perco em discussões políticas, nem tenho paciência para troca de apupos dogmáticos ou esgrima de argumentos ortodoxo-partidários. Isto não quer dizer que não me interesse pela política no sentido que os seus resultados têm consequências profundas na nossa vida, quer queiramos quer não.
A situação da demagogia politica, no nosso país, é tão séria que já não podemos continuar a fazer de conta que não ouvimos, ou assobiarmos para o lado e fingirmos que nada se passa.
É importante não ter medo de sermos testemunhas da dignidade de toda a pessoa humana. É importante assumirmo-nos, exprimirmos as nossas opiniões. Como é que nos podemos calar quando estamos todos a braços com os mesmos problemas.
Charles Péguy dizia que tudo começa em mística e acaba em política. Desde sempre que a actividade política vive condicionada por esta verificação. No começo, estão os ideais, os princípios, a generosidade das causas, mas o confronto com a realidade suscita a necessidade de conciliar, de encontrar compromissos, de lidar com a complexidade dos fenómenos sociais. Sempre assim aconteceu. Por isso, os cidadãos estão colocados sempre perante o dilema que contrapõe a formulação abstracta dos valores ético-políticos e a aplicação prática e impura dos mesmos. Daí as desilusões, a predominância do curto prazo e do imediato e o esquecimento da mística e dos ideais.
Nas campanhas eleitorais, todos os candidatos se parecem com a Madre Teresa de Calcutá de tão bons servidores da pobreza neste país. Depois de eleitos é crónica a sua atracção pelo abismo.
Toda a gente sabe que a política vive de interesses e favores, a administração pública vive de cunhas, os empresários vivem dos favores que os políticos trocam por apoios. É por isso que na política surgem cada vez mais "trepadeiras", ou seja, "os que se põem a jeito", os que estão sempre de acordo com tudo e com todos, principalmente com os “líderes”. Uma verdadeira "guerra de posições" e também um complexo jogo de xadrez.
Para piorar, vivemos há duas dezenas de anos a prevalência do interesse específico sobre o interesse geral. Não são bons sinais. Assim, não há porque acreditar que a politica de interesses deixará de imperar em Portugal.
É um gosto e um prazer ser governado por gentes destas, com sorrisos e sarcasmos, numa trapalhada que se avoluma cada vez mais.
Alguém tem de estar errado...até posso ser eu, claro!
Enfim, muito mais poderia dizer sobre o que penso ou sinto. Claro que apenas falei das minhas opiniões, que valem apenas pelo que são.

o que me vier à real gana disse...

zíngaro, tá boa!; darwin, são as tuas opiniões... que valem, e bem!

Atento disse...

G.P.P.S.

Mirtota disse...

A política também se serve fria, quase fria como uma vichyssoise. Mas não só. Pode ser doce como um pudim, um bolo-rei ou um mil-folhas; tão doce como o mel. Poética, como um cherne. Ou gordurosa e escorregadia, como a margarina. Indigesta, por causa dos rojões à minhota e dos pasteis de bacalhau. E, depois, há os alhos, os alhos e os bugalhos.

bairradino disse...

Mirtota, o que é que queres dizer com isso?

Mirtota disse...

Isso mesmo, as várias vertentes da politica, ou melhor, como ela pode ser vista.

bairradino disse...

Compreendido mirtota. Obrigadinho.

bairradino disse...

Futebolisticamente falando, " e viva Espanha!"

Zíngaro disse...

A política não tem forçosamente que ser aquilo que os políticos apregoam. Entendo que seja uma questão demasiado séria para ser tratada levianamente. Interesses? Contrapartidas? Seguramente que os há. Chantagens? Estou menos certo. Bom comentário, o da Mirtota, mas, para compreender melhor, gostava que me explicassem o que é uma vichyssoise. Obrigado

o que me vier à real gana disse...

zíngaro, tens mais experiência do que eu, bem sei, mas lá que ela, a chantagem, existe como ingrediente fundamental em política, existe! Tenho para mim.
" A vichyssoise é uma sopa de estilo francês, feita à base de alho-porro, cebola, batata, natas e caldo de galinha.Tudo reduzido a puré. É tipicamente servida fria"---» wikipédia.
A evocação do prato pela mirtota no seu comentário do dia 29 às 13:22, terá, penso, a ver com a temperatura, porém só perguntando-lhe: ó mirtota, o que é que tu queres dizer com aquele arrazoado?

Carlão disse...

Um dos livros que me encanta é “Os Palhaços” de Friedrich Romalek. Um drama cómico que termina em tragédia.
“Este País é um circo. Temos palhaços, temos plateia. - Temos, sim senhor!
Somos alienados, fomos consumidos. - Fomos, sim senhor!
Mas não somos uma plateia e não vemos – literalmente - os politizados. Somos nós os palhaços. Queremos pão e circo. Subimos ao palco, damos cambalhotas e fazemos danças bizarras.”

Lembra-me das eleições! A democracia, cada um a escolher o seus representantes no parlamento para conduzir o país, o povo à felicidade... mas na realidade é aquilo a que se chama na gíria: “conversa fiada”!
A campanha começa como assim: “Senhoras! Senhores! Eu sou o Prólogo!... as lágrimas que vertemos são falsas! ...venham ver como os seres humanos se amam! E vejam os tristes frutos da paixão!”
Entre o cómico e a representação aparentemente séria, o povo, nós, os espectadores, acompanhamos o drama, na esperança de no fim podermos aplaudir.

Haverá certamente inúmeras ocasiões de rir/chorar, algumas de expectativa, raras, raríssimas de esperança, porque o espectáculo que se adivinha, mais se pressupõe uma tragédia do que simplesmente uma comédia.
São os palhaços sanguessugas, os palhaços cansados, os destituídos, os indiciados, os ineptos, apresentam ao público uma corrida triste de negociatas, compadrios, alianças, trocas de favores, milagres, ameaças com a vingança do demónio, e um nunca mais acabar, que sai da fértil imaginação, que tem todo o político que se preze.

Roubam-nos a esperança, um ideal sonhado para um país que é pobre em tudo, mas rico de praias maravilhosas e, sobretudo, riquíssimo de um povo cordial, mas que ainda não está consciente dos seus direitos de exigir que termine esta palhaçada.
“Ri Palhaço, e todos te aplaudirão! Ri, palhaço, do teu amor destroçado! Ri, da dor que te despedaça o coração”!
Roubam-nos tanto! Parece que afinal os palhaços somos nós!

Anónimo disse...

Este foi sem dúvida, um dos posts mais bonitos que li até hoje!
Parabéns, digníssimo comentador Carlão!

Anónimo disse...

Muito acertado.
Brilhante Carlão, os meus sinceros parabéns.

Amigo de todos disse...

Desculpem-me mas não gosto de politica. Em quase tudo há excepções(mesmo na polítiva), mas política é igual a corrupção, zangas grossas por vezes com amigos de sempre, mentiras e incumprimentos. Por não gostar não me vou aventurar a comentar, pois é um dos casos raros em que sou quase sempre contra e para não ser chato, vou comentando mas, digamos, tentando fugir um pouco ao tema. Para falar de anedotas(politica) prefiro ler as que aquí são publicacdas e aquelas que são realmente anedotas

Mirtota disse...

Passo a explicar: A politica pode servir-se fria quando é bem pensada, estruturada e faz jus á sua definição.
Doce, por exemplo em época de campanha eleitor (não se apanham moscas com vinagre).
Poética, quando é utópica.
Indigesta (a maior parte das vezes), pelas contrapartidas, corrupções, etc.

Gânia "noticias" disse...

A Gânia resolveu hoje fazer uma surpresa ao nosso amigo Zé dos plásticos, fazendo uma visita à Feira de Portomar.
Este evento, sempre colorido e movimentado, é uma excelente oportunidade para conhecermos os usos e costumes da região, e ainda para adquirirmos as mais diversas coisas, muitas vezes a custos surpreendentes.
Encontra-se de tudo; sementes, fruta, produtos hortícolas.
Excelentes, praticamente a preço de custo, directamente do produtor ao consumidor. Também por aqui há roulottes com queijos e enchidos, frangos assados, bacalhau, carne bovina e suína. Mulheres carregadas com sacos cheios numa mão e os filhos pela outra fazem contas de cabeça, comparando preços, regateando-os até à exaustão. Grupos de homens discutem a forma como a selecção Espanhola ganhou o Euro e as incidências da vida, com uma sandes de coirato e uma "mini" nas mãos, junto a uma das várias barracas de comes e bebes.
Loiças, mobílias, bancas de roupa que ocupam o maior espaço da feira, alguma aparentemente de marca... (A ASAE não vem cá, porque não sabe o caminho!), um senhor que vende gaiolas para canários, periquitos e papagaios, outro que tem tachos que nunca mais acaba, outro que expõe quinquilharias, chaves de parafusos, serras e outras ferramentas cuja função estou longe de imaginar.
Ciganas a vender perfumes, outros a vender filmes pirateados (três, cinco euros!). Num canto, junto às quinquilharias, lá estava a tenda do nosso amigo Zé, esforçando-se por atrair a atenção da clientela, ia gritando: "Penicos, baldes e alguidares, hoje é tudo a dois euros. Dois euros cada peça...só não leva quem não tem dinheiro!". (Á grande Zé…isso é que são pulmões!)
As pessoas vão e vêem. Muita agitação; muita vida!
Um ambiente heterogéneo que vicia. Valeu tanto a pena que nem imaginam!

o que me vier à real gana disse...

mirtota, linda menina!

o que me vier à real gana disse...

Carlão, bem-revindo! Que evocação maravilhosa fizeste. Isso só prova o teu talento. Parabéns!

o que me vier à real gana disse...

gânia "notícias", jornalismo de qualidade! Parabéns pela edição!

maçaroca disse...

é mirtota és boa como o milho(quando estoira dá pipócas).
eheheheeheheh!!!

jose terra disse...

boa tarde massos sem excepções.
não consigo comentar isto.
tenho que ademitir que o melhor era contratar espanhois para o governo como fez a tap.
isso é que era...
podia ser até que o proximo euro fosse nosso!!!
pagando claro como dizia alguem que eu conheci...o grande problema é que são todos iguais,não temos alternativas. mas como de politica tambem não percebo nada....
abraços .
ze terra

jaquim disse...

É zé, a tap contratou espanhóis?

jose etrra disse...

foi um brasileiro?
ok
mas eu queria espanhois há algum mal?

jaquim disse...

pois, zé, foi um brasileiro.

jaquim disse...

é zé , vais amanhã?

Darwin disse...

O Presidente de República de Moçambique, Armando Guebuza, na sua visita a Portugal, foi convidado pelo seu homologo português Cavaco Silva, para jantar em sua casa. Durante o jantar teve uma forte cólica intestinal e perguntou educadamente onde era a casa de banho, ao que Cavaco respondeu: "siga por esse corredor, é a ultima porta à sua direita." Ela assim fez. Mais tarde, de volta ao seu país, reuniu todos os seus criados e disse-lhes o seguinte: "Vocês estão encarregados de procurar uma retrete assim toda bonita como a que eu vi na casa do presidente português Cavaco! Era toda dourada, linda! e se ele tem eu também quero!" Procuraram em todo o lado, no estrangeiro, e não havia forma de encontrar o raio de uma retrete dourada! Até que, um dia, cansado da espera e da procura, Guebuza liga a Cavaco. Trocaram cumprimentos, conversaram e, antes de desligar, Guebuza lá falou..."Doutor cavaco, há uma coisa que muito me tem perturbado...é que desde o dia que aí estive que tenho procurado uma retrete igual à sua, dourada e brilhante! Onde foi que a arranjou?". Cavaco franziu o sobrolho, pediu um momento, tapou o telefone com a mão e gritou " oh Maria! já sei quem foi o gajo que cagou no meu saxofone!"

zmb disse...

O texto que se segue não é original, - na realidade é uma transcrição -, e por isso mesmo e pelo facto de já ter sido lido uma infinidade de vezes, achei que é esta a forma de protesto mais adequada, e directamente relacionada com o assunto retratado no post actual.

Bom, para falar a verdade, admito que até tenho formas de protesto mais polidas, mas são daquelas que me ocorrem principalmente quando me encontro em meditação meio forçada meio voluntária, e que me acontece sempre no mesmo sítio da casa, aquele que é servido pelo maior número de torneiras e bocais similares: o jardim.
Sim, é que o meu animal de estimação, um cão de raça com 52 Kg, é para mim a analogia perfeita ao assunto do post; ele está minimamente educado, mas teima em usar a relva como local predilecto para fazer tudo e mais alguma coisa, inclusivamente para defecar.
Ele é, para mim e nestes momentos espaçados de descontracção doméstica, a representação clara de um político; o meu jardim, esse, e como não podia deixar de ser, é a própria Pátria, Portugal; a relva representa, obviamente, o Povo; e finalmente as árvores e muros circundantes, esses representam no seu conjunto os grandes grupos económicos, financeiros e empresariais, por estarem solidamente estabelecidos e enraizados no jardim.
É assim que eu vejo o cenário. Das várias vezes que o cão tem acesso à zona relvada do jardim o procedimento é basicamente constante e repetitivo: patina, rebola-se, faz buracos, cheira vezes sem conta como se ali estivesse algo que ele não conhecesse, e por fim caga-lhe em cima.
Enfim, se eu não estou de olho nele, concerteza que me escavacava o jardim em poucas horas. A relva, coitada, defende-se como pode, de vez em quando aparecem umas falhas aqui e ali, e lá tenho que fazer alguma coisa para a recuperar. As árvores e o muro, até hoje, têm-se aguentado bem - pudera-, e mesmo apesar de não escaparem a umas mijadelas, isso parece não ser nocivo o suficiente pois continuam de pé, hirtos, cheios de saúde e a levar por diante os seus intentos naturais.
Resumindo, está tudo aparentemente bem… até aparecer o cão a fazer gato-sapato da pobre relva, com os «gigantes» a assistir, imponentes e indiferentes a tudo.
É assim. Isto foi só um devaneio.

Vamos ao texto (não estava esquecido), podem chamar-lhe plágio, cópia, o que quiserem, pois pouco me importo com isso. Representa, este texto, o pior que qualquer político como os descritos exemplarmente pelo Amigo Gana algum dia há-de levar de mim, isto é: algo que não é originalmente meu. Nem eles o merecem, nem eu mereço perder tempo com eles.

Então aí vai, o verdadeiro discurso político.

Discurso de campanha eleitoral:

«O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.»

mélita disse...

Gostei, senhor darwin e zmb.
Valeu a pena interromper o estudo.

zmb disse...

Peço desculpa a todos pelo meu devaneio de há bocado, não pelo devaneio em si mas pela sua extensão, só agora reparei que nem com 5 scroll’s de rato consigo abranger todo o coment…
E o pior é que ainda não está completo, faltam lá peças. Está lá a o cão, a relva, o muro e as árvores, mas falta lá um elemento importante: a mangueira.
Essa desapareceu no dia 1 de Maio, por altura das comemorações e piqueniques do dia do trabalhador, e nunca mais voltou. Não sei se se tornou emigrante ou se ainda anda às voltas na rotunda do Marquês… não sei. Se calhar emaralhou-se por lá com alguma coisa mais teimosa do que ela e encheu-se de cocha...

Desculpas mais uma vez.

Amigo de todos disse...

O texto de ZMB das 00,27 faz mais sentido se lido de trás para a frente. Experimentem lê-lo.

Amigo de todos disse...

O texto de ZMB dá o seguinte:

“Somos a nova política.
Compreendam que
Exerceremos o poder até que
os recursos económicos do país se esgotem.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
nossas crianças morram de fome.
Não permitiremos de nenhum modo que
se termine com os marajás e as negociatas.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se possa governar com as manchas da velha política.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
a justiça social será o alvo de nossa acção.
Asseguramos sem dúvida que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Mostraremos que é grande estupidez crer que
para alcançar nossos ideais
a honestidade e a transparência são fundamentais.
Porque, se há algo certo para nós, é que
não lutaremos contra a corrupção.
Só os tolos podem crer que
O nosso partido cumpre o que promete.”

bacano disse...

amigo de todos, a Sé de Braga é mais nova...

Zé dos plásticos disse...

De volta à urbe para mais uma semana.

È com um misto de satisfação que dou conta das recentes manchetes do jornal da Gania.
Tenho estado ausente do país para fora, no estrangeiro, para negociar a compra de artigos de qualidade superior à China, comprovado por quase 2 beliões (é mais fácil dizer assim que 2000000000 são muitos zeros e o cliente que veja isto cá ainda pensa que é o preço da gasolina e assim nã vendo). Não pensem que é artigo imitado, contrafeito ou de qualidade duvidosa, não é mesmo, trata-se de uma multinacional têxtil portuguesa com sede em Felgueiras, mas que hà poucos anos abriu uma fábrica na China ao abrigo de um protocolo entre o governo portuguÊs e os chineses. É um negócio da china, uma oportunidade única para o negócio cá do Zé dos plásticos, que assim pode comprar um carregamento de contentores carregados com casacas de cabedal originais, de luxo, fabricadas com a mais pura napa e obedecendo aos criteriosos padrões de qualidade internacionalmente reconhecidos aos produtos Made in China.
O negócio por cá não está mau, e é como o relato noticioso relatado pelo jornal da Gania: o Zé dos plásticos está a vender bem. Não sei se foi pelas 7 ou 8 horas a gritar ao freguês, se foi porque a minha mais nova se enganou a marcar preço e marcou tudo a 2 aereos, ou se foi pela recente publicidade que passou na primeira página do tal jornal, ou ainda se foi pelos rumores que davam conta de um novo Imposto sobre o Banho, Autocolismos e Bidés, a verdade é que tudo o que era penicos, baldes e alguidares, vendeu-se. Até o sal grosso, as telhas de barro, e aquelas são só de enfeite, os piaçabas e esfregões de palha-de-aço foram… ele há dias que não é para um homem entender.
Com mais algumas setecentas safras como esta e posso começar a pensar na possibilidade «Zé dos Plásticos SGPS», depois em vez do borda d’água passava a assinar o Finantial Times. Pode ser que com os contentores de casacas de cabedal dê, logo se vê.
Mas agora que tenho a metralha de plástico toda vendida, vou-vos confessar uma coisa: ainda bem que a minha mai’nova se enganou a marcar o preço, porque assim vendi mesmo tudo. Digo isto porque no final dessa feira aconteceu uma coisa mesmo caricata. Como nenhum dos outros feirantes vendeu um único balde porque não tinha preços como ós meus, houve 2 ou 3 feirantes que tiveram um pequeno (ih ih) acidente no final da feira, danados por não terem vendido plástico, carregaram tudo à molhada para dentro dos tractores e depois fizeram-se à estrada, e foram pelo mesmo caminho que vieram, pela estrada da lagoa para portomar. Ora, o raio da estrada está há não sei quantas feiras toda esburacada de uma ponta à outra, e os infelizes esqueceram-se que os baldes e alguidares iam ao trambolhão na gamela, resultado, foi um tal semear baldes, baldinhos e baldetas pela rua fora. Claro, nessa altura já o Zé dos Plásticos tinha vendido a baldaria toda, porque se não tivesse vendido tão depressa não os ia vender, tal foi a corrida áquela artéria que liga da lagoa a portomar. Não deve haver ninguém que não tenha levado pelo menos 2 dúzias para casa.
Mas para isso nada como consultar o jornal da Gania, um jornalismo como aquele não há-de deixar passar uma enfeméride destas em branco.





Cumprimentos a todos,
Zé dos Plásticos

Anónimo disse...

amigo de todos... era escudado. se calhar estragaste para aí alguma brincadeira do ZMB. digo eu...

mélita disse...

zé dos plásticos, chorei a rir! Mas uma pequena interrupção no estudo que valeu bem a pena.
Uma coisita, o que o sr. escreveu (2000000000) não são dois biliões, mas dois mil milhões. A diferença é abismal. Os americanos dos Estados Unidos é que. erroneamente, confundem milhares de milhões com biliões. Não leve a mal!

mélita disse...

Fartinha e estudar! Então, não anda ninguém por aqui? Senhor gana, o seu pessoal deita-se cedo.
Trabalham pouco. Tou a brincar, durmam bem.

Anónimo disse...

cinquentão
ah!ah!

palonço disse...

ZMB...muito boa a história do jardim...gostei da comparação. Já o meu cão...desraçado e de alguns 20 kilinhos, se tanto...é bicho para se comparar ao Sócrates. Rebenta com tudo...e não tenho relva...tenho betão e do duro!
Zé dos Plásticos: excelente. O melhor comment que já li até agora neste blog. Continuação de boas Feiras. Uma sugestão: Ponha a mai' nova de bicicleta atrás das carripanas concorrentes na dita estrada...com um saco daqueles que levam uma arroba de batatas. Ela que se ponha a acartar a carga deitada gamela fora. Tenho a certeza que aí, para além do Fonantial Times, ainda poderia assinar a Maxmen. Mas isto é só uma sugestão.
mélita: As tuas palavras deixam-me....uhhhhhhhhh.

maxmen disse...

maxmen????
isso é comigo???

Gânia "noticias" disse...

Em primeiro lugar os nossos parabéns à selecção espanhola pela conquista do euro.

Gilberto Madail está a aproveitar a má prestação da selecção nacional no euro, para aumentar as receitas com o merchandising, lançando os lenços oficiais da selecção. Segundo dados disponibilizados pelos responsáveis da selecção, os lenços têm uma enorme aceitação por parte dos adeptos, já que servem para limpar as lágrimas, assoar e ainda acenar para dizer adeus à actual equipa técnica e a realização de eleições antecipadas. Sendo que os grandes picos de vendas foram logo após a derrota sofrida pela selecção, frente à Alemanha, e o recorde de 100 mil lenços vendidos após o adeus a Luiz Felipe Scolari. Tal como as camisolas, também é possível escolher o lenço bordado com o número e o nome do jogador da selecção que mais fez os adeptos sofrer, sendo que o mais vendido tem sido o de Scolari em tamanho XXL. Os lenços oficiais da selecção são feitos de seda 100% natural e já estão à venda na tenda do Zé dos Plásticos.

Carlão disse...

Cada vez mais a classe patronal anda preocupada com a produtividade das suas empresas, recorrendo até a estudos de empresas especializadas para o efeito.
Na semana passada convidei dois amigos para um almoço num restaurante próximo do meu local de trabalho, e notei que o empregado que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa.
Achei esquisito, mas tomei isso como um facto casual. No entanto, quando outro empregado de mesa trouxe a água, copos e talheres, notei que também esse empregado tinha uma colher no bolso da camisa.
Olhei em volta, e percebi que todos os empregados e empregadas também levavam uma colher no bolso da camisa. Quando o empregado voltou para receber o pedido, perguntei:
- Porquê a colher?
- Bom,... os donos do restaurante contrataram a consultora Andersen, mestres em eficiência, com o objectivo de rever e melhorar todos os nossos processos. Depois de muitos meses de análises e estatísticas, eles concluíram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% de maior frequência do que os outros talheres. Isso representava uma frequência de quedas de 3 colheres por hora, por mesa. Se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, poderíamos reduzir o tempo de viagens a cozinha e assim, poupar mais de1,5 horas por homem, por turno. Enquanto estávamos a falar, escutei um som metálico na mesa atrás da nossa.
Rapidamente o empregado que nos atendia trocou a colher que tinha caído por aquela que ele levava no bolso e disse-me:
- Trarei outra colher quando for à cozinha, assim não farei uma viagem extra para ir buscar outra...
Os meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados.
O empregado continuou a anotar o nosso pedido.
Enquanto os meus convidados pediam, continuei a observar em redor.
Foi então, que observei de relance uma corda fininha pendurada no fecho das calcas do empregado.
Rapidamente, percorri a sala com o olhar para me certificar se todos os empregados levavam a mesma cordinha.
A minha curiosidade foi muito grande e, antes do empregado se retirar, perguntei: - Desculpe, mas porque e que tem essa cordinha pendurada?
- Oh, sim! - respondeu, e começou a falar baixinho:
- Essa Consultora da qual lhe falei, achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao WC.
- Como???
- Veja bem, amarrando esta cordinha na ponta do.... bem, o senhor sabe, podemos sacá-lo para mijar sem tocar nele eliminando dessa forma, a necessidade de lavarmos as mãos, encurtando o tempo gasto no WC em 67% por homem.
- Isso tem muito sentido, mas....se a cordinha ajuda a sacar, como é que a volta a guardar?
- Bem, eu não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher.

cristina disse...

Olá malta, boa tarde. Isto é que me saíram cá uns políticos!

Darwin disse...

Diálogo entre um político e a sua esposa.

- Querido, achas que sou bonita?
- Eu não diria bonita, pois trata-se de um conceito adoptado pelas classes dominantes para classificar animais humanos dentro de padrões de beleza culturalmente preestabelecidos.
- Isso que dizer que sou feia?
- Cosmeticamente diferente é o termo mais adequado.
- Mas, tu ainda me amas?
- O amor é um sentimento inventado pela burguesia com intuito de subjugar os indivíduos a um único modo de pensar a sociedade, tirando-lhes a razão e o senso crítico.
- E depois?
- Depois, nutro por ti um sentimento de co-participação em interesses de ordem habitacional, económica e sexual.
- O quê? Quer dizer que tu só me queres como mulher-a-dias e prostituta?
- Não se diz mulher-a-dias e sim higienizadora ambiental. E tratar parceiras sexuais alugadas como prostitutas não é politicamente correcto.
- Tu deves estar louco.
- Emocionalmente fora do padrão.
- Bem me avisaram que eras um chato.
- Chato não, pessoa interessante de maneira diferente.
- Como fui cega...
- Desprovida de capacidade visual é mais correcto.
- Não sei por que casei contigo!
- Desconheces o motivo que te levou a submeteres-te a uma institucionalização oficial do relacionamento de co-habitação entre duas pessoas de sexo não coincidente.
- Idiota!
- Pessoa com ideia fixa.
- Para mim chega! Vou procurar um amante que me queira.
- Não precisas de recorrer a este tipo de relacionamento com padrão não convencional, nós ainda podemos partilhar de uma coexistência saudável como duas pessoas com referências diferenciadas da cultura dominante.
- Prefiro viver com um lavador de carros a continuar contigo!
- A tua preferência em manter uma co-habitação de carácter afectivo com um especialista em aparência de veículos, não te dá o direito de comparar opções de meio de sobrevivência alternativo com o meu comportamento que se diferencia dos dogmas do status-quo.
- Ah, por que é que não podes ser uma pessoa normal?
- A normalidade é uma convenção imposta.
- Chega, não aguento mais! Quero ver-te morto.
- O que tu desejas é transformar-me num indivíduo metabolicamente inviável.

Ela, perdendo a paciência, pega no jarrão que estava em cima da mesa e atira-o à cabeça do marido. Ao vê-lo caído no chão, todo ensanguentado, ela abraça-o.
- Perdão, querido, eu sou uma burra!

Num suspiro de dor, ele corrige:
- Pessoa com um enquadramento lógico muito particular.

provedor disse...

Andam por aqui uns tipos, com coisas completamente inúteis e fúteis. Como detesto os tarados que vagueiam pelos blogs da Internet. Por exemplo, é comum ler frases do tipo: "há alguma gaja boa? tenho webcam", ou "alguma gaja para uma conversa escaldante? " ou ainda “icrica, icrica? Nada?” (embelezei um pouco a coisa, normalmente a linguagem até é pior). Oh meus amigos, curem-se! Usar a Internet para isto não é nada saudável. É demente! Que tal saírem de casa e irem passear com uns amigos para variar? Quem vos avisa, vosso amigo é!

Anónimo disse...

É isso Provedor. Vocês com a vossa pretensa superioridade moral, bicando aqui e ali, têm corrido com a malta toda. Sabes o que te digo Provedor ? Fiquem para aí a brincar aos pseudo-intelectuais da treta uns com os outros que por mim não venho cá mais. E mais te digo que não mandei nenhuma boca dessas a que tu aludes. Estava aqui um espaço engraçado, que dava para tudo. Agora é uma coisa sensaborona...chata.

palonço disse...

Ena! Provedor a presidente da internet...JÁ!
E mais...sempre ouvi a expressão: "quem está mal...que se mude!".
Sabe, por vezes até acho engraçado, no meio de tanta intelectualidade, um comentário menos formal...até mesmo um pouco brega. Soa bem...quebra o gelo e dá para rir. Agora...cada qual com a sua capacidade de saber lidar com isso.

ZMB disse...

(Alerto, desde já, que este coment contém «spoilers»)

Palonço e anónimo das 18:11,

Não me levem a mal intrometer-me no vosso assunto, vou só fazer uma pequena incursão que hoje o dia correu-me… digamos que um pouco diferente do (dia) do (excelente) Zé dos plásticos na sua última feira.
Eu não quero ser um provedor aqui na Gania, sou novo, aprendo – ou tento aprender- algo todos os dias e dou graças a Deus por isso. Aqui aprendi, por exemplo, a controlar e dominar um certo impulso que tinha em responder espontaneamente perante situações pouco razoáveis e, acreditem ou não, estar aqui tem sido benéfico para mim. Aprendi, por exemplo, que há situações em que não adianta responder directamente a uma fonte de conflito/insulto, mas também aprendi que não têm, essas fontes, o mínimo de influência ou motivo que leve à minha ausência, como temos vindo a notar de alguns ilustres e prezados comentadores que, pura e simplesmente, estão ausentes.
Tenho pena, sim, que estes comentadores, os que trazem cor e qualidade ao blog, nos privem das suas elevadíssimas contribuições, sobretudo se pensarmos que o motivo nem sempre é o mais nobre e tem as mais variadas origens e provocações. Tenho pena.
Não precisamos de responder directamente a alguns prevaricadores, pois não o merecem, mas não é por existirem que vamos deixar de contribuir. O Palonço tem razão sobre a expressão… «quem está mal que se mude», não mais nem menos!

Ao amigo Gana:
Parece haver, meu Amigo, quem queira pôr esta sua casa em reboliço, não sei porque razão nem com que objectivos, desconheço tal, mas vendo alguns comentários não entendo o que de tão grave terá sido dito que origine coments como o das 17:57, sinceramente não sei.
O que sei, e isso lho garanto, é que é um prazer visitar a Gania e ver, apesar de todo o anonimato, comentadores e comentários geralmente de grande qualidade. Por isso, Amigo Gana, só por isso e pela amizade, pode contar com o meu apoio incondicional à Gania. E sabe que mais? Se há adjectivos que não se adequam à Gania, sensaborona e chata são dois deles. Mas há tantos outros que se podem aplicar…
Um abraço.

Pronto, ok, fui um pouco carrancudo, mas senti que tinha que o ser. Porque? Porque defendo a Gania, é uma ideia e-x-c-e-l-e-n-t-e e uma comunidade muito invulgar.

Agora perguntam: «onde é que estão os spoilers?»
Ha Haaaaa… apanharam-me! Querem mesmo saber?

Anónimo disse...

Então mas quem é que o nomeou "Provedor"? E com o que é que o sr. Provedor tem contribuído para a nossa elevação ? E manda-nos passear com os amigos !!! Homessa! Vá ele.

priminha mai'linda disse...

Ola pessoal, abraço grande, antes que me esqueça...

Bem...eu li atentamente quase todos os comentarios, e caramba...confesso que me surpreendi com a grande qualidade de alguns, e também com a nao menos grande originalidade de outros.(Até o Humor esteve bem!)Parabéns a todos/as...
Eu nao sei comentar politica ( a sério!!), mas adoro ouvir falar dela...estou sempre atenta!( sem politica nao viveria)Pode parecer paradoxal, mas eu nao troco nenhum debate politico, por nenhum ultimo filme de nenhum cartaz...

A politica é o sal que tempera a sociedade em geral...Sempre Houve quem aplaudisse, e quem discordasse, às vezes so pelo prazer de entrar na onda do mal dizer...

Se pensais que o descontentamento é so nosso devido à enorme crise que o pais atravessa...

Todos temos as ultimas à distância de um "clic"( que é o que faço com regularidade, sempre que impossibilitada - por falta de tempo, e assim~ - de dar o c* e 5 tostões, p'ra ser espectadora da primeira fila )
Se "vissem" o que por aqui vai disso...O coraçao da Europa também esta a "sangrar", anda tudo descontente por ca também...Como sera no coraçao do Planeta?????????

Mirtorta, adorei !!!

Os mais sinceros cumprimentos ao Primo lindo e a todo/as os/as comentadores/as

Fiquem bem

priminha mai'linda disse...

Ahhhhhhhhhhhh, esqueci de dizer.....
O "resto" nao comentei, mas foi mesmo de proposito( juro!!!) é que estou convicta de que,mesmo sob o "ladrar" de alguns, ( desculpem a expressao, mas nao me ocorre outra)a caravana nao interrompera o seu percurso...

PS:A palavra "interrompera" deveria ser acentuada no "a" (acento agudo), mas este raio deste teclado é da loja dos chineses?!! Risos...

E viva a Gânia!

o que me vier à real gana disse...

zmb, tb não vejo nada que justifique a indignação do "provedor". É que se visse...

o que me vier à real gana disse...

priminha mai'linda, mais duas belas produções da tua lavra.
PS deixa estar o "interrompera" assim que tb está bem. Muda o tempo verbal mas o sentido absoluto não é beliscado. E ainda que fosse? Qual seria o problema? Quero-te cá mais vezes!