Ao
animal mais poderoso, ao predador mais feroz e voraz, àquele que se encontra no
topo da cadeia alimentar, não interessa, de todo, que o mais pequeno e frágil
fique sem alimento ao ponto de deixar de existir. O mesmo por aí abaixo. Podemos
aplicar o raciocínio a todos os reinos animados: ao animalia, ao protista, ao
monera, ao fungi, ao plantae… Sem
alimento para o que serve de alimento, nada de alimento e em breve seria o nada vivente. Seria a morte à míngua de!
A
ciência Economia de há muito que incorpora estes fundamentos orgânicos nas suas
teorias e nos seus modelos, nomeadamente naqueles que com maior acuidade se
debruçam sobre os mercados e o consumo como condição impreterível para a
produção. Como pode o construtor da Ferrari vender Ferraris, ali e acolá, se
não houver quem aqui e em todo o lado compre Renault Clio, por exemplo? Ou
BMWs, ali, acolá e, vá lá, também aqui? O senhor de outros automóveis que
também devo mencionar, não menosprezando, refira-se, nenhum de todos os outros
que aqui não menciono, por não ser necessário, o senhor de outros automóveis,
dizia, sabia-o muito bem. Por isso é que o legado Ford não se limita ao nome e à organização do trabalho debaixo
do pavilhão – a perfeita linha de
montagem, a tarefa especializada do operário, a eliminação do movimento
desnecessário -, Henry Ford deixou muito mais, e um acrescento que só pode
enriquecer a ciência Economia. O senhor Ford compreendeu perfeitamente que a
política de salários vigente jamais permitiria à Economia e à sociedade o salto
necessário à prosperidade que ambicionava. Sabia que se não pagasse bem aos
seus operários, estes não teriam dinheiro para comprar batatas e febras em
suficiência, logo os agricultores, os criadores de gado e os talhantes também
não teriam dinheiro para lhe comprar fords… ou para trocar, com regularidade
saudável, de ford e, assim, ele nunca venderia muito. E até teria que,
inevitavelmente, mais tarde ou mais cedo vir a despedir operários. O fordismo convenceu e venceu mas, e
porque talvez não tenha dado jeito ao criador do termo – António Gramsci,
em1922, nove anos depois da idealização daquele sistema de produção por Henry
Ford - e aos seus divulgadores, bem como aos economistas políticos que as
ideias de Ford estudaram e estudam, a defesa daquele ideal salarial raramente a
vemos fazer. Afunda completamente. Pelo contrário, volta e meia, como
assistimos agora, é o seu oposto que vem à tona.
O
senhor Ford, que não era um biólogo, compreendia muito bem a cadeia alimentar,
e até sabia que não há nada de pejorativamente animalesco na mesma. É assim que
tem que ser. Sabia também o quanto de simbiótico deve ter uma Sociedade, para
que o seja de facto. Não ignorava o tecido orgânico da Economia.
É incrível
como, passados tantos anos, depois de tantas experiências vividas, de estudos
feitos, refeitos, de revisitas aos erros e às virtudes, se continue a teimar no
mesmo e que, regularmente, a obstinação roce o absurdo, como nestes conturbados
tempos que vivemos! Isso, minha senhora - sim, é com ela que falo agora!, com ela
e com mais alguns, poucos, senhores -, façam-nos definhar até sucumbir, e
depois rumem ao espaço em busca de apascento.
Sra. Merkel, veja o k esta a fazer da Europa
ResponderEliminarFordismo é no Bangladesh para fazer roupinha barata para o nosso corpinho sempre na moda. boa semana
ResponderEliminarA idea do texto, de um Salario Dino Tb apoio
ResponderEliminarSao os pobres que alimentam os ricos
ResponderEliminarSao os pobres que alimentam os ricos
ResponderEliminarAmigo Carlos :
ResponderEliminar...o que nos vale é Jesus
(o Jorge , claro !).
Abraço
dating site for golfers http://loveepicentre.com/success_stories/ private dating options off line
ResponderEliminarkiera knightly dating [url=http://loveepicentre.com/advice/]parenting teens that are dating[/url] darkwave gothic and dating
irc dating [url=http://loveepicentre.com/taketour/]dating advise colums[/url] meg ryan dating [url=http://loveepicentre.com/user/babaomo/]babaomo[/url] eithiopian dating woman