Cortes no subsídio de doença – um direito consagradíssimo no nosso ordenamento jurídico, um direito adquirido porque para isso se descontou… não se trata de uma benesse!; doentes a quem não são ministrados os mais adequados medicamentos, por motivos economicistas – a Saúde é um investimento, o mais Sagrado de todos, não é uma simples e grosseira despesa . Ao mesmo tempo, o ministério da tutela resiste à entrada de medicamentos inovadores, nomeadamente na área oncológica. Mas muito mais, como carência de pessoal e de meios, o fecho de excelentes urgências polivalentes…
Quanto à Demografia, então numa altura em que tanto necessitamos de políticas de natalidade, até por fins económicos, o governo avança com uma medida anti-natalista?: cortes nos subsídios de maternidade e paternidade!!!
PS: atenção a todos, trabalhadores do público e do privado, há uma tentativa, ainda que subliminar, de corte definitivo dos décimo terceiro e décimo quarto meses… para todos. Lembrar que estes subsídios só existem em países onde o custo e vida é acima da média mundial, onde os ordenados, não sendo à chinesa, ostentam alguma das suas nuances… Atenção, tal não irá acontecer… se nós, todos, quisermos. Acham preferível diluir o montante pelos doze meses, acabando assim com aquelas figuras, tudo bem, agora o poder de compra, a dignidade social e humana, isso é que tem que voltar. Queremos um modelo económico com uma competitividade baseada na inovação, na qualidade, com ordenados dignos – modelo europeu, norte-americano, japonês – ou, pelo contrário, desejamos voltar ao velho paradigma da mão-de-obra intensiva e barata? Com esse, nunca fomos a lado algum… E agora os preços, os preços da coisas, são outros!.. Novidade? Talvez não!: O modelo chinês começa a dar de si. Em 2012 a Economia chinesa começa a abrandar, pelo contrário, a norte-americana recomeça a mostrar pujança.
Atenção!... A todos nós.
Carlos Jesus Gil
Numa declaração aos jornalistas no Parlamento, Teresa Caeiro, referiu: "O CDS considera que com aumento “exponencial” das taxas de saúde, o Governo perdeu a noção de sensibilidade social e de quais os sacrifícios que podem ser pedidos aos portugueses”.
ResponderEliminarClaro que a senhora se estava a referir ao Governo de Sócrates.
Sabem lá o k isso é?
ResponderEliminarEste governo tem sido frequentemente acusado, e muito justamente, de absoluta falta de sensibilidade social, mas parece ignorar todos os comentários, continuando a esquecer os mais desprotegidos e não dando um sinal de confiança e equidade nas medidas que determina.
ResponderEliminarO P.M., disse há uma semana numa entrevista que não iriam haver mais medidas de austeridade. Contudo, não há nenhum dia em que não tenhamos más notícias e mais medidas de austeridade, como por exemplo a surpreendente suspensão das reformas antecipadas, sem que fossem ouvidos os parceiros sociais e o parlamento. Meus caros, isto é um "atropelo violentíssimo" ao direito dos trabalhadores e à democracia. Isto não é aceitável, é mais um facto muito elucidativo da ausência de sensibilidade social deste Governo.